quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
O poeta
E o poeta vê a morte como drama e magia.Vê o dia de amarelo, de alegria, de azul meio gelado. Passa um vento aqui do lado e da pra ouvir alguns chiados de outros mundos. E um casal de passarinho bem pertinho sai cantando com um bico bem vermelho, atenção. Ah, o poeta morre o tempo todo. Morre de admiração pelo detalhe da terra, pelas cores do céu, pelo casal de nuvens, pelo cheiro inexplicável, pelo dia de tédio, pela surpresa do outro, pelo amor correspondido, pelo suspiro guardado, pelo riso de criança, pelo miserável esquecido, pela vida fácil e impossível.
sábado, 20 de julho de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
sábado, 11 de agosto de 2012
vazio
A angústia toma conta e a mente esvazia,
ela anda, mas é vazia, anda em rodeios,
o ponto ainda é o mesmo, aquele...
quando os olhos se fecham mas a cabeça não para.
O relógio não dá tréguas, ele voa,
vai passando, leva tudo sem se importar,
é meio egoísta ou só faz o seu desígnio,
pobre coitado.
Fica pra trás um pedacinho do todo,
que há um tempo se perdeu pelo espaço,
e a vida fica num canto, isolada,
na falta de coragem pra encontrar um caminho mais brilhante.
sábado, 14 de julho de 2012
Vou perdendo dias melhores...
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